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Quem está à procura de emprego ou pelo menos acompanha o mercado de trabalho, já deve ter se deparado com uma classificação muito comum em algumas áreas, como a de tecnologia engenharia entre outras. Uma vaga de analista desenvolvedor, por exemplo, pode ser classificada como sendo para júnior, pleno ou sênior. Diante disso, saber o que cada um destes termos significa é extremamente importante para quem está atento a novas oportunidades de trabalho.

Na maioria das empresas, a avaliação que especifica se um determinado profissional é júnior, pleno ou sênior está ligada à sua experiência. Porém, no caso de profissionais que trabalham como pessoa jurídica, a classificação pode ser determinada de acordo com as habilidades e conhecimentos que ele possui. No caso mais comum, que leva em conta a experiência do profissional, ainda podem existir outras classificações como master e especialista, que estão acima do sênior.

O tempo para a classificação de um profissional como júnior é de 6 meses a 2 anos de experiência. Para um profissional pleno, de 2 a 4 anos, sênior de 4 a 6 anos, master 6 a 8 e acima de 8 anos especialista. Vale lembrar que um profissional tido como júnior em uma empresa de grande porte pode ser considerado como pleno em uma empresa menor, isto é comum no mercado.

É importante saber que assim como o salário do profissional aumenta de acordo com sua classificação, suas responsabilidades também. É comum casos de profissionais que têm muitos anos de experiência em uma determinada área, mas continuam como plenos justamente por não terem a atitude e responsabilidade necessárias para que se tornem seniores ou masters.

Agora que já sabe as diferenças entre júnior, boa sorte!

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