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Ao contrário do bullying que é praticado em escolas, colégios e até faculdades, o desrespeito e o abuso característicos desta prática, também ocorre no trabalho. E, de acordo com alguns comentários que o post citado acima recebeu, é mais comum do que se imagina, infelizmente. Diante disso, conheça algumas dicas que podem ajudar caso você esteja passando por essa delicada situação.

A maior parte dos casos de bullying só acontece depois que os envolvidos passam a ter certa intimidade dentro do ambiente de trabalho. Intimidade não é sinônimo de amizade, coleguismo nem de um bom relacionamento, mas sim quando existe “brecha” e diálogo suficiente para tratar de assuntos de fora do trabalho. Se você não se sente à vontade ao se relacionar com um chefe ou colega de trabalho, limite-se apenas a assuntos diretamente ligados a questões profissionais.

Alguns assuntos são polêmicos e podem gerar discussões e desentendimentos. Por conta disso, se você já tem certa intimidade com um colega de trabalho, procure conversar sobre assuntos leves, que não dêem margem para diálogos fervorosos. Religião, futebol e política são bons exemplos de assuntos delicados que, dentro da empresa, só devem ser tratados com colegas muito íntimos.

Caso você já tome as precauções citadas acima e mesmo assim sofre bullying, tome a primeira e mais simples das providências: ignore. Manifestar-se contra uma atitude ou palavra mostra a sua posição em relação a isso, mas se opor a ela toda vez que acontece, pode acabar alimentando o agressor que a diz. Portanto, tente ignorar o que te incomoda.

Se as provocações e agressões superam suas tentativas de ignorá-las, é porque o caso se agravou. O bullying causa baixa auto-estima, medo, angústia, mudanças de humor, insônia e depressão. Ao menor sinal de que as coisas fugiram do controle procure seu chefe, ou algum funcionário que ocupa um cargo superior para relatar o que está ocorrendo. Esta conversa deve ser feita com calma e tempo. Como o bullying se tornou um assunto popular, falar sobre ele e relatar casos onde ele acontece se tornou uma tarefa mais fácil, o que facilitará sua manifestação.

Caso a pessoa procurada não puder te ajudar, ou se seu próprio chefe ou superior é quem pratica o bullying, busque as autoridades. Converse com um amigo ou parente para que ele tenha ciência e, neste momento conturbado, ajude-o a buscar a ajuda necessária. O artigo 225 da Constituição brasileira resguarda a dignidade das pessoas e permite que, quem se sente ameaçado ou humilhado pode entrar na justiça e pedir indenização por danos morais e materiais.  Se preferir, procure a polícia, relate o caso e peça maiores informações sobre como proceder legalmente.

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